Estado Laico ou Estado Ateu?

Hoje vi uma matéria altamente tendenciosa no jornal Estado de São Paulo que dizia sobre um patrocínio feito pela prefeitura de São Paulo (Kassab) à Igreja Católica para a realização de uma passeata. Então eu compartilhei a notícia no facebook com o comentário “O Estado é laico, não é Ateu. Se patrocina parada gay, pode patrocinar passeatas religiosas e ponto.”

Então fui questionado por um conhecido, conforme podem conferir no link acima, do porquê de eu relacionar “ateu” e “gay”. Achei considerável publicar minha resposta aqui. Espero não ofender nenhuma opinião alheia, apenas argumento minhas convicções. Fique à vontade para dizer as suas e assim podemos ter uma boa conversa sobre isso. Abaixo, a transcrição adaptada das minhas postagens.

“Oi Felipe, boa sua pergunta. Se você ler melhor, vai ver que não fiz comparação entre ateus e gays. Alías, a maioria dos meus amigos gays não são ateus.

O que acontece é que hoje os ativistas homossexuais tem lutado para proibir as opiniões cristãs a respeito do ser ou não ser homossexual. E fazem isso com rótulos, com taxações como a de “homofóbicos”, o que na minha opinião não cabe há alguém que conhece dialogar em paz.

Além disso, os ativistas gays, com interesse mais político do que qualquer outro, alegam que as igrejas não podem ser ajudadas pelo governo, por que o estado é laico. Ou então que a Igreja Católica não pode manifestar opiniões políticas, por que o estado é laico. Ou então que a psicóloga protestante, Marisa Lobo, não pode defender a sua tese de que não concorda que o homossexualismo é original (algo que está na origem) ou mesmo algo comum, sem transtornos psíquicos – porque o estado é Laico.

Ora, o “Estado Laico”, pela constituição tem dever de dar direitos iguais a todas as religiões se manifestarem. Mas o que vemos é uma grande tendência do ateísmo governar, já que movimentações culturais de todos os tipos são sempre muito bem vindas, como por exemplo, fechar a avenida Paulista para a Parada Gay, ou uma doação em dinheiro, mais um enorme trio elétrico que o conselho de psicologia doou para um grupo de homossexuais exprimirem seus direitos, tocando música eletrônica e dançando sensualmente sobre ele.

E quando se fala em apoiar os cristãos com camisetas e um trio elétrico o preconceito é facilmente difundido dizendo que o estado é Laico e não pode fazer isso. As religiões têm direitos iguais sim de receber apoio do estado para se manifestarem. Isso é cultura.”

Banhados por Rios da Verdade

A Deputada Estadual do Rio de Janeiro, Myrian Rios, deu um banho de coragem, audácia e conhecimento da verdade ao defender publicamente sua opinião acerca da PEC 23/2007 que, trocando em miúdos, garante privilégios aos homossexuais com a intenção de ‘combater a homofobia’.

Convoco a todos os cristãos e pessoas de bem, que não estão vendadas pela mentira tão difundida pelo 4º poder, o midiático, a expressarem seu apoio na luta contra os anticristãos e os que são contra a verdadeira liberdade de expressão.

Ser homossexual não dá o direito de ofender a fé alheia, ou a cultura heterossexual do próximo.

Parabéns Myrian Rios, pelo seu poderoso testemunho de conversão e seu poder de difundir a verdadeira fé no ambiente político em que atua.

Abaixo, o vídeo onde a deputada expressa sua opinião.

Questão anulada

Mãe, o mundo está doente. Me lembro como se fosse ontem. Eram cinco letras e 90 situações em que eu tirava minha memória do estacionamento, ligava o motor do meu cérebro e voava! E na maioria delas eu fui certeiro!

O problema, mãe, é que o mundo me viu como questão. Da cabeça aos pés eu fui enfrentado. E ele me marcou. Alternativa certa. Questão morta.

Eu acertei também. E conquistei meu sonho. Mas a doença do mundo… chegou em mim. E cancelou minha matrícula na vida. A Questão foi anulada.

Senhor, Justiça e Misericórdia!

Chefia, mais uma dose!

Pediu uma dose? Agora beba! – Não bebe? Então não peça!

Seja lá qual for a sua religião e sua crença no que diz respeito à “produção de filhos”, não se pede um filho por meio de um ato sexual sem que se esteja consciente da RESPONSABILIDADE envolvida na criação dessa nova vida.

O aborto não é um esporte, não é tão simples quanto não gostar de uma bebida e jogá-la pelo ralo, ou então devolver ao garçom pedindo uma troca. Quando se dispõe a ter um filho, o mínimo que se deve ter em mente é que não somos donos nem mesmo de nossa própria vida, que dirá da vida daquele que está em seu ventre, ou no ventre de sua parceira.

Não tenho tantas palavras quanto essa garota de 12 anos: espero que pelo menos um pouco fique guardado nas memórias de vocês… aproveitem..

E parem de pedir  ‘doses de crianças’, mas caso peçam, não as jogue fora.

PARA A LEGENDA EM PORTUGÛES, CLIQUE NO ÍCONE CC QUE APARECE DE VERMELHO. CASO HAJA DÚVIDAS DEIXE SEU COMENTÁRIO AQUI, SINTA-SE EM CASA!

Espelho, espelho meu…

“Quem me dera
Ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.”
(‘Índios’ – Renato Russo)

Me detive nesses versos de Renato Russo por alguns instantes. Vale a pena analisá-lo muito profundamente.

Veja. Ao meu entendimento, a música, chamada  “Índios”, revela a aproximação invasiva da cultura européia diante da tradição indígena. A simplicidade da vida tribal foi bombardeada pela propagada corretiva do complexo cotidiano da vida ‘civilizada’.

Ora, a música perscruta o desejo do índio de que o simples seja o mais importante. Em você, existe sua beleza, seu jeito próprio de ser, sua essência. Porém, há no mundo uma propaganda pesada dizendo que para ser feliz é necessário se complementar. Então, mediante a cosméticos, roupas caras, cirurgias plásticas e outras formas de se preencher a simplicidade, é que se vai tentando padronizar o ser humano, muito em especial os jovens.

Para tentar nos convencer de nossos ‘defeitos’, mostram-nos, então, espelhos. Artistas famosos, cantores teens, músicas que desvalorizam a mulher, a pressa do fast food, toda uma cultura alicerçada no ateísmo, na ausência de um ser superior, de um Deus.

Falta-nos ter o olhar preciso do índio para enxergar a doença em que vive o mundo.

Entre num site jornalístico. Veja as categorias das mensagens cotidianas. Notícias vazias. Olhe os ídolos. Cantores, em vezes, péssimos, mas por uma beleza artificial, por músicas que falam o que o corpo quer ouvir, não o que alma necessita pra se curar, fazem um sucesso fora do comum.

Veja as novelas. Os reality shows. O que há de realidade nisso?

Tente enxergar nesses espelhos um mundo doente. Mas use o espelho da sua casa e veja o quanto você é mais simples. E que “O mais simples seja visto com o o mais importante

Ouça – “Uma coisa só” (Maninho)

Quando a covardia mata o ser humano

Olhe para a sua história. Pare. Reflita. Lembre-se dos bons momentos, também dos ruins.

Pois bem. Se você foi capaz de realizar esta efêmera dinâmica, é mais do que óbvio que possui uma história pra contar. Onde quero chegar? É simples.
Jamais poderíamos escrever uma história em nossas vidas caso não nos tivessem dado o direito de fazê-lo. Se minha mãe, por inúmeros motivos, pensasse em não me sustentar durante os nove meses que passei em seu ventre, algo no mundo seria muito diferente do que se hoje apresenta.
Sim, fui ousado. E você também o deve ser. Cada um de nós faz toda a diferença neste mundo. Se nos foi permitido nascer nesta terra, foi também dada a nós a capacidade de interferir em tudo o que nela existe pelo simples fato de estarmos vivos.
Por mais demagógico que possa parecer, acredite: o aborto provocado hoje agrega infinitas consequências negativas à humanidade. Não vote em favor deste crime, deste pecado. Além do mico-leão, e de outros animais em extinção, proteja também o ser humano indefeso que habita no silencio profundo do corpo de sua mãe. Não seja covarde.